Que a Irlanda é um país diferente, já todos sabemos: campos verdejantes, wiskey com distilação tripla (não dá ressaca, acreditem!), cerveja Kilkenny’s, os U2, e muito, muito mais.
O voto no Não veio demonstrar que a vontade popular tem de ser respeitada, sob pena da palavra DEMOCRACIA se tornar ainda mais vã.
Ao contrário deste “pedaço de merda à beira-mar cagado” que é Portugal, na Irlanda os seus representantes políticos cumprem as suas promessas eleitorais, respeitando a vontade de quem os elegeu.
O Não irlandês vem demonstrar à Europa que o futuro de milhões não pode, nem deve ser decidido por umas centenas, sob pena das multidões que ajudaram a construir a Europa tomarem em mãos a decisão de a destruir.
Tivessemos nós em Portugal políticos sérios, honrados e de carácter, as coisas seriam diferentes. Até podia ser que o SIM vencesse por cá, mas pelo menos era uma decisão legítima, tomada – até certo ponto – em consciência. Mesmo que houvesse 90 % de abstenção, esses não se poderiam queixar, porque a oportunidade ter-lhes-ia sido dada.
Veremos agora se a Europa vai ter a lata de ignorar a vontade de muitos europeus…


Concordo e muito com o teu ponto de vista!
Bom fim-de-semana