O que verdadeiramente me irrita

Num país onde ninguém se governa nem quer ser governado…

Arquivo de Podia Repetir?

Oh, oh, oh e uma garrafa de rum!…

O chefe dos piratas somalis que, numa casca de noz, conseguiram mobilizar uma frota da NATO, ameaçou perseguir os cidadãos americanos que se aventurassem em águas “perigosas”, como retaliação das mortes causadas pela força de intervenção americana aquando do resgate do capitão Richard Philips.

Segundo noticia o Público, não só em águas somalis, mas os Estados Unidos devem preparar-se para uma invasão (a Baía do Hudson que se cuide)…

“Vai pró caralho!”

Foi com estas palavras que o Deputado José Eduardo Martins (PSD)  brindou o seu colega do PS, após este ter insinuado que o advogado eleito pelo círculo de Viana do Castelo teria interesses na venda de paineis solares.
Aparentemente foi um escândalo. Não sei porquê.

Fosse comigo e ele tinha sido brindado com um “vai à grande puta que te pariu, filho da puta!”
Mas, lá está, eu também não sou de Viana…

A Tolerância Cristã…

esse baluarte de civilizações!….

Mais um exemplo da Democracia Madeirense…

Assembleia da Madeira retarda emissões em directo na internet para poder cortar “cenas desprestigiantes”

Mais um bailinho da Madeira…

Sabemos que o mundo ficou mais estúpido…

… quando os iluminados do Continente colocam nos seus iogurtes líquidos um aviso de alergénicos:  CONTÉM LEITE.
A sério? O iogurte contém leite?
Ainda não prestei a devida atenção ao queijo, mas o próximo passo será colocar essa informação nos pacotes de leite. Já agora faziam o serviço todo…

Prémio “E que tal ganhar à Albânia?”

Para Cristiano Ronaldo, esse mesmo, o tal que usa botas e brincos de ouro, numa entrevista à Gazzeta dello Sport: “O que mais teria de fazer para ganhar os dois prémios? ”.

Prémio: “Em terra de cegos, quem tem um olho dá de frosques!”

Para Alan Greenspan, que esteve 18 anos à frente da Reserva Federal dos EUA e que só depois de sair é que teve esta epifânia: “Cometi um erro ao confiar que o livre mercado pode regular-se a si próprio sem a supervisão da administração“.